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Quando o Profissionalismo faz Diferença...
03 de Maio de 2012 - 01h40min

Trabalhando com o Mercado de Casamentos aprendi a conhecer muitas das suas facetas e quando tive que assumir uma liderança na organização deste mesmo Mercado,  fui obrigado a estudá-lo e conhecer mais a fundo como ele se desenvolve.Nos últimos cinco anos o Mercado de Casamentos vem desenvolvendo-se vertiginosamente, o número de fornecedores se multiplicado e o número de profisionais, bom o número de profissionais é uma incógnita, pois que este Mercado ainda precisa de regulamentação.

São inúmeras as atividades regulamentadas que possuem suas próprias regras em relação a quem pode ser ou não considerado profissional(um advogado embora formado, sem passar no Exame da Ordem não poderá atuar como tal). No Mercado de Casamentos não existe esta normativa e longe dela existir o Mercado acolhe todos os dias novos adeptos que se sentem habilitados para atuar, e a pergunta que não quer calar é, como saber se o que propagandeiam estes,  seja realmente correspondente a realidade. Como bem diz o adágio popular " o papel aceita tudo" e como o Mercado carece de regulamentação, o mesmo está entregue ao sabor do vento.

Recentemente em um debate com meus amigos Edú e Jô cerimônias e o Ney Souza comentávamos a que ponto chegou o Mercado em Florianópolis em que á cada dia aparecem mais e mais  fornecedores se apresentando como se profissionais o fossem, simplesmente pelo fato de quererem abocanhar oportunidade neste mercado em franca ascenção. Foi unânime e impossível não lembrar situação ocorrida em recente evento em que participáva-mos José Ferraz Celebrante, Edú e Jô Cerimônias, o Alisson  e equipe e o meu amigo Alexandre Sucupira:

_ "Tudo planejado para a realização do evento, tendo começado o mesmo dentro da previsão, o noivo adentra ao recinto conduzindo o pai cadeirante, o que arranca emoção da parte de todos, mas ainda dentro da previsão, inclusive no briefing do Celebrante estava planejado os procedimentos para a condução dos protocolos levando em consideração a especificidade. No entanto já na entrada da noiva uma atitude do pai arrancou mais emoção da assistência e em um esforço sobre humano erguer-se sobre as pernas com muita dificuldade para conceder a futura nora toda a homenagem que lhe é devida. Em meio a emoção que tomou conta de todos tal fato despertou a atenção dos profissionais atuantes e mesmo tomados da emoção do momento perceberam que ali o pai inaugurava uma postura nova e inusitada na condução da cerimônia. Pois bem, é claro que chegado o momento da BENÇÃO DOS PAIS, toda a assistência, os noivos e os pais esperavam de nós profissionais uma compreensão do inusitado que se apresentava esperando que de uma maneira ou outra atendêssemos a expectativa de uma participação mais efetiva do pai. Imediatamente o Celebrante muda a condução do seu texto e desloca o casal de frente da mesa de celebração fazendo-os ir de encontro aos pais para a realização da Benção, o que modifica completamente o posicionamento dos profissionais de fotografia e filmagem e muda o plano de visão dos músicos igualmente. Ao mesmo tempo que o faz, o Celebrante comunica-se com os profissionais  e numa rápida troca de olhares todos já estão reposicionados e prontos para captar toda a emoção do momento em que o pai cadeirante novamente se coloca de pé para abençoar o filho e sua amada esposa. A despeito de um formal pedido de desculpas aos colegas profissionais o Celebrante ouve dos mesmo incentivo no sentido de que tudo foi feito para o melhor resultado para o conjunto do evento."

Contava para os colegas que além de ter ficado profundamente tocado pela emoção do ato do pai e pelo conjunto do fato a impressão final,  foi que acima de tudo o que ocorreu foi um entrosamento harmonioso entre profissionais que garantiu a captação do inesperado do momento. Isto só  foi possível pelo PROFISSIONALISMO dos fornecedores que no momento souberam adaptar-se a nova situação inesperada e totalmente imprevisível, mostrando que nestas ocasiões é que podemos perceber o quanto profissionais podem fazer a Diferença!

 
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O Matrimônio não foi criado pela Igreja!
03 de Junho de 2011 - 15h25min
PRINCETON, New Jersey, sexta-feira, 7 de abril de 2006, na ocasião Bento XVI explicou que o matrimônio "não é uma invenção da Igreja", mas uma forma de vida que faz parte da natureza humana desde sua própria criação. A esta mesma conclusão chegou uma pesquisa interdiciplinar de investigadores que se acaba de publicar com o livro "O Sentido do Matrimônio: família, estado, mercado e moral" (spence), Editado por Robert P. George e Gean Bethke Elsthain. Entre outras afirmações o livro deixa bem claro que o matrimônio não foi inventado, ele é bem intríseco da natureza humana, é um Bem humano básico, "um aspécto irredutível do bem-estar e da plena realização de um homem e de uma mulher que se unem como esposos.
Todo este estudo chegou a conclusões que vêm de encontro a mudança de perfil dos casamentos na atualidade, de que o casamento é ato da vontade de dois seres livres que se escolhem mutuamente e não de uma permissão dada por uma instituição, ou por seus ministros e ou sacerdotes. O estudo afirma entre outras conclusões que o matrimônio por si só constitui-se um motivo para sua validade, e que seu valor não depende portanto de outros objetivos para o que é um mero instrumento(como a procriação, por exemplo).
 Ao unir-se um homem e uma mulher em todos os niveis do seu ser - o biológico, o emocional, o racional, o espiritual - o matrimônio converte-se em UMA ELEIÇÃO RACIONALMENTE VÁLIDA, COMO FIM EM SI MESMO.(os grifos são meus)
 
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