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O AMOR É INCLUSIVO
14 de Dezembro de 2012 - 17h31min

Depois da celebração do Casamento do Ale e do Rob, na praia de Jurerê, veio a tona artigo escrito tempos atras sob encomenda do site Casamento Homoafetivo em que escrevi e cabe repetir no contexto da foto abaixo, o que fez parte do discuro da cerimônia:

"Quando celebro um casamento não penso, pois  estou profundamente imerso naquele sonho de amor único, na razão de cada um, nos dois pontos de vistas de uma mesma história que na sua essência falam da mesma coisa. Falam  de expectativa, ansiedade,, falta, surpresa, fidelidade, compreensão, acontecimentos, ações, lutas, derrotas, discriminações, preconceitos,  sofrimentos e alegrias. Trabalho com todos estes elementos mesclados e com intensidades plurais, com muita verdade em cada narração.

Chegam até minhas mãos narrações das mais variadas......

“Sempre fomos amigos, nunca imaginávamos algo mais sério entre nós...tínhamos medo de que algo estragasse uma amizade de tanto tempo!”

“Quando nossos olhares se cruzaram não teve mais como dizer que não tínhamos nada um com o outro”

“Nos conhecemos quando crianças, no mesmo bairro, nossas famílias eram vizinhas....”

“Encontráva-mos nos corredores da faculdade, sentávamos em carteiras muito próximas, mas nunca o havia notado!!!”

“Nossa quando vi me perguntei, quem mudou mais? Será que não somos mais os mesmos???”

Diante de todas elas sempre falo do quanto o amor pode resolver todas as coisas e vencer todas as batalhas e superar todas as dificuldades. Sinto que acredito na força do amor e naquilo que estou fazendo. Alimento sempre o mesmo sentimento e a mesma abordagem de que “juntos sempre podemos ser mais”, que  “quando duas almas se unem todo o universo celebra”, “que dentre todos os demais elegemos alguém como único”, que “somos os únicos que podem fazer escolhas e que ai é que repousa toda a diferença”.

Confesso que em todas estas celebrações a questão do gênero jamais é determinante e lendo todas elas não poderia dizer a que classificação pertencem por que  entendendo o amor como inclusivo e por isso diria que pertencem ao GÊNERO AMOROSO".


José Ferraz Celebrante

 
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